Eu raramente uso, e tenho a impressão (no achômetro mesmo) que a maior parte dos cachimbeiros também não costuma usar. Mas, é claro, posso estar enganado. Me parece também que a maior justificativa para o uso dos filtros seria a questão da saúde, pois consta que os filtros retêm componentes mais "prejudiciais" da fumaça. Assim sendo, ou em geral não se acredita na veracidade ou na relevância de tal utilidade, ou simplesmente poucos se importam com isso.
No meu caso, acredito que os filtros absorvem sim algumas substâncias mas nem acho isso relevante e nem me importo. Entretanto, algumas vezes eu uso filtro, e por uma razão que realmente é relevante - às vezes: o filtro absorve bastante umidade, e isso é muito útil quando estamos fumando algum tabaco muito molhado. E aqui vai mais uma utilidade: quando encho novamente o fornilho de algum corncob na mesma fumada, sem limpá-lo devidamente, a furação bem larga dele pode levar um pouco do pó que restou do fornilho anterior até a boca - algo muito desagradável. Às vezes tais resquícios são reacendidos e chegam à nossa língua em forma de brasa. Daí sim, o filtro salva a pátria. Mas é claro que tal problema só acontece devido à minha preguiça... pois, numa situação "normal", tal coisa não deveria acontecer, e nem haveria necessidade do filtro.
Enfim, esta foi a minha opinião sobre os filtros e como eu os uso, nas raras vezes em que o faço. Sei que existem outros tipos, mas eu conheço os mais comuns, que são o de balsa (um tipo de madeira muito leve e absorvente) da Savinelli, os de papel, da Médico e os de maple, da Brigham (que têm um engenhoso design tubular e ôco). Os de balsa ou maple são mais sofisticados e interessantes, mas os de papel cobrem melhor a área pela qual a fumaça passa, e são mais baratos. Na ilustração abaixo, vemos, da esquerda para a direita, os de papel, balsa e maple.
No meu caso, acredito que os filtros absorvem sim algumas substâncias mas nem acho isso relevante e nem me importo. Entretanto, algumas vezes eu uso filtro, e por uma razão que realmente é relevante - às vezes: o filtro absorve bastante umidade, e isso é muito útil quando estamos fumando algum tabaco muito molhado. E aqui vai mais uma utilidade: quando encho novamente o fornilho de algum corncob na mesma fumada, sem limpá-lo devidamente, a furação bem larga dele pode levar um pouco do pó que restou do fornilho anterior até a boca - algo muito desagradável. Às vezes tais resquícios são reacendidos e chegam à nossa língua em forma de brasa. Daí sim, o filtro salva a pátria. Mas é claro que tal problema só acontece devido à minha preguiça... pois, numa situação "normal", tal coisa não deveria acontecer, e nem haveria necessidade do filtro.
Enfim, esta foi a minha opinião sobre os filtros e como eu os uso, nas raras vezes em que o faço. Sei que existem outros tipos, mas eu conheço os mais comuns, que são o de balsa (um tipo de madeira muito leve e absorvente) da Savinelli, os de papel, da Médico e os de maple, da Brigham (que têm um engenhoso design tubular e ôco). Os de balsa ou maple são mais sofisticados e interessantes, mas os de papel cobrem melhor a área pela qual a fumaça passa, e são mais baratos. Na ilustração abaixo, vemos, da esquerda para a direita, os de papel, balsa e maple.

Belo artigo confrade, eu sou adepto dos filtros, primeiro em razão da real necessidade mesmo, pois fumo de teimoso (alérgico) e preciso minimizar um pouco o alcatrão e a nicotina, mas meu primeiro cachimbo não utilizava filtro mas sim um condensador de alumínio. Acho que a perda do sabor em decorrência do uso de filtros seja mínima, mas como o confrade bem colocou, só o fato de se evitar que pequenas partículas de tabaco ou cinzas já dão uma boa importância a utilização de filtros.
ResponderExcluirObrigado, confrade.
ResponderExcluirEu, raramente uso, mas entendo que deva ser útil em alguns casos.
Tb tenho 2 Falcons com condensador (não sei se o princípio é o mesmo) e são muito bons.
Abraço!